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Se há 30 anos alguém dissesse que você pediria pizza, compraria geladeira, faria faculdade e brigaria com desconhecidos usando o celular, você provavelmente acharia que essa pessoa tinha assistido muito “De Volta para o Futuro”. Mas aqui estamos com Wi-Fi no boteco, QRcode na feira e avó mandando áudio de três minutos no WhatsApp.
O Brasil avançou bonito em infraestrutura e conectividade. Passamos da gloriosa internet discada (saudade do barulhinho do modem..kkk) para a fibra óptica em boa parte do país e até o 5G já pousou por aqui.
Tem semáforo que pensa melhor que muito motorista. Tem aplicativo para monitorar ônibus, vaga de estacionamento, até buraco na rua. Os Impactos desse crescimento da conectividade brasileira foram muitos: Mais inclusão digital; Novas formas de trabalho; Consumo desenfreado; Serviços públicos um pouco mais decentes; entre outros.
E aí?
O Brasil deu um passo de gigante para se conectar ao futuro, mas tropeçou no fio da desigualdade. Se dermos uma forcinha, quem sabe teremos uma internet rápida, segura e realmente acessível para todo mundo, até para o senhorzinho da roça que só quer saber se vai chover amanhã.
Principais fatos e avanços
1990s — Internet Discada e Conectividade Inicial: Nos anos 1990, o Brasil iniciou sua jornada digital com a internet discada, que apesar de limitada, era um avanço significativo. A velocidade de conexão era baixa, mas possibilitou a primeira forma de acesso à internet no país.
2000s — Expansão da Banda Larga: Com o avanço da tecnologia de ADSL e cabos de fibra ótica, a banda larga começou a ser implantada nas grandes cidades brasileiras, com um aumento progressivo na oferta de pacotes de internet de maior velocidade. Programas como o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado em 2010, visaram levar a conectividade às áreas rurais e periferias urbanas.

